Um assassinato de cunho homofóbico chocou os moradores do bairro de Capoeiras, em Florianópolis, na madrugada de domingo para segunda-feira (8). Um homem de 61 anos, gay assumdio,foi morto por uma gangue de seis rapazes depois de sair de um baile. O idoso foi assassinado com pedradas. testemunhas contam que mesmo depois de ficar inconsciente, o grupo continuou com a agressão. O vídeo abaixo, da Rede Globo local, mostra detalhes do crime.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Dia de Sair do Armário! Entenda porquê!
Todo dia é dia se se viver como somos, mas 11 de outubro no Brasil passará a ser um dia especial quando o assunto for viver longe da mentira e da omissão no que diz respeito à homossexualidade, à bissexualidade e à identidade de gênero. O Grupo Ellos – Grupo LGBT de Belém em parceria O Estruturação – Grupo LGBT de Brasília, a partir deste ano, passará a comemorar o 11 de outubro, Dia de Sair do Armário.
O objetivo é envolver lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros e heterossexuais na construção de uma realidade em que a diversidade de orientação sexual e a identidade de gênero possam ser vividas de forma livre e respeitosa. Algo que passa, necessariamente, pelo bem-estar individual de se colocar na sociedade como LGBT sendo-se verdadeiramente quem se é. Não acreditamos em um conceito de integridade psicológica, base para uma vida plena como cidadão/ã e ser humano, no qual uma pessoa precise mentir, omitir ou dissimular sua orientação sexual e sua identidade de gênero para poder estar em sociedade.
A iniciativa é feita para trazer ao Brasil o movimento sobre o tema que é feito desde 1988, quando, nos EUA, começou-se a celebrar o National Coming Out Day, em 11 de outubro. A proposta não é determinar um dia para se sair do armário, mas sim levantar o debate sobre a importância de se assumir e se ser publicamente quem se é internamente.
Quem diria, “sair do armário” veio da mistura de baile de debutante com esqueletos
O professor de História da Universidade de Yale, George Chauncey, diz, no seu livro “Nova Yorque gay: gênero, cultura urbana e o mundo do homem gay”, que: “Pessoas gays nos anos anteriores à 1ª Guerra Mundial não falavam de “sair para fora (coming out)” do que nós chamamos atualmente “armário”, mas sair para o que eles chamavam sociedade homossexual ou o mundo gay”. Então a saída era, na verdade, uma entrada na cultura gay, com seus bares, locais de confraternização, boates etc.
Pelo apresentado, usar o termo sair do armário para a época dos anos 20 e 30 é errado. O usual mesmo era apenas o sair, o “ir para fora”, uma expressão que chegou ao meio científico nos anos 50 ainda sem o “armário”.
Ainda de acordo com Chauncey, uma mudança iria ocorrer tempos depois. O foco antes dos anos 50 era a respeito da entrada nesse “novo mundo de esperança e solidariedade”, mas os tumultos em Stonewall implicaram na expansão daquele conceito. Ao “sair” acoplou-se o “de onde” e, aí, veio o armário.
Essa mudança no foco sugere que “sair do armário” é uma metáfora mista, uma evolução de “o esqueleto no armário” especificamente se referindo a viver uma vida de negação e sigilo por ocultar a orientação homossexual ou bissexual. Ter esqueletos no armário é uma expressão que fala de segredos bem profundos, algo muito bem guardado.
Portanto, registre mais essa: a expressão sair do armário veio de um misto de festa de debutante com a movimentação política ocasionada pela Rebelião de Stonewall, feita em 1969 em Nova York e que marcou o ativismo LGBT moderno e deu origem às paradas do orgulho.
Fonte: Wikipedia.org
Tradução: Márcio Barrios (tradutor voluntário do Estruturação)
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Cine Psiqueer: evento discute sexualidade através de filmes
Na próxima sexta-feira, 14, o Cine Psiqueer apresenta o longa “Não conte a ninguém” (No se lo digas a nadie), a partir das 17h30, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris, Salvador). O evento é gratuito e reúne, todo mês, dois convidados para debater o assunto em pauta e interessados nas discussões sobre sexualidades e gênero, sempre pautadas no eixo central de um filme exibido. Dessa vez, o mestrando em História pela Universidade Estadual de Feira de Santana, Ricardo Santana, e o jornalista Júlio Sanches é que conduzirão as discussões acerca da dificuldade que muitos encontram em assumir à sociedade uma identidade homossexual, além de a possível rejeição sofrida desde o ambiente familiar. “Assumir determinadas identidades sexuais pode significar para o indivíduo um grande custo psíquico, pois há sujeitos que, aos sentirem desejo pelo mesmo sexo, consideram-se anormais, causando sofrimento e angústia”, diz o psicólogo Gilmaro Nogueira, um dos organizadores do Psiqueer.
Especialista em Estudos Culturais e mestrando em Cultura e Sexualidade pela Universidade Federal da Bahia, Gilmaro ainda defende: “É importante discutirmos as implicações políticas e afetivas que o preconceito causa na vida dos sujeitos. É uma oportunidade de debatermos modos de atuação no espaço cotidiano, formas de superarmos o discurso estigmatizado".
CINE PISIQUEER
Iniciado em 2011, o Projeto é desenvolvido com a coordenação do “Psiqueer”, que consiste em um grupo de estudos e debates em psicologia e Teoria Queer. Com foco no público LGBTTIQAS, que abarca identidades de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, intersexuais, queers, assexuados e simpatizantes, busca reduzir o preconceito das identidades não-heterossexuais.
Mais informações:
Gilmaro Nogueira: (71) 88481542
SERVIÇO:
O quê: Cinepsiqueer apresenta filme “Não conte a ninguém” (No se lo digas a nadie)
Quando: dia 14 de outubro, a partir de 17h30
Onde: biblioteca Pública do Estado da Bahia. Rua General Labatut, Barris, Salvador. Sala de Projeção, 3° Andar.
Evento gratuito
Fonte: Divulgação
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Rede JOVENS + PARÁ ,Pátio Belém e Grupo Ellos realizam AÇÃO DE PREVENÇÃO
Desde o dia 30 de setembro, o hall de entrada (Parde Eutíquio) do Shopping Pátio Belém é nova casa da Rede JOVENS + PARÁ e da exposição SOMOS IGUAIS - PRECONCEITO NÃO, e até o dia 13 de outubro ficará exposta a população, assim como a parceria firmada proporcionará uma série de intervenções nos quatros pisos de lojas.
Já nos dias 08, 09 e 12 de outubro, a galera JOVENS + PARÁ e do Grupo Ellos fará intervenções numa ação intitulada "HORA DA PREVENÇÃO PÁTIO BELÉM", por uma hora em horas alternadas iremos dispor cerca de 15 jovens em pontos estratégicos do shopping center, a ideia e fazer a distribuição de preservativo junto com material informativo acerca das DST, HIV, Hepatites e Sífilis, disponibilizando um espaço de troca de informação à população.
O período não poderia ser melhor, já que estaremos em plenas comemorações do Círio de Nazaré, e a cidade esta tomada por turistas que diariamente transitam pelos shoppings da capital, principalmente no domingo, onde serão aguardados mais de dois milhões de pessoas pelas ruas de belém na procissão do círio.
Então vamos cientes que toda hora é hora de prevenir, assim levaremos nossa voz e nossa missão á população, fazendo nosso papel na longa jornada da quebra do estigma e preconceitos as pessoas vivendo com HIV e Aids, além de alertar a novas infecções.
Realização: Rede JOVENS + PARÁ ,Pátio Belém e Grupo Ellos
Parceria: Departamento Nacional de DST / AIDS / HV e UNICEF
Apoio: Coordenação Estadual de DST e Aids e Coordenação Municipal de DST, Aids e Hepatites Virais.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Padres lançam livro para combater a homofobia
A editora católica Paulus lançou o livro de dois padres que tem como objetivo não condenar a homossexualidade, mas sim ajudar cristãos e cristãs a entenderem melhor a diversidade sexual.
Trata-se da obra “Homossexualidade - Orientações formativas e pastorais”, escrita pelos padres Ademildo Gomes e José Trasferetti.
A obra pretende apontar a sociedade para um caminho sem preconceitos e de maior entendimento do outro, verdadeiros princípios cristãos para os autores, para quem “a preocupação central é oferecer orientações formativas e pastorais direcionadas exclusivamente para os cristãos e cristãs comprometidos com a fé, empenhados em seguir adequadamente as exigências da mensagem evangélica”.
Menino inicia tratamento de mudança de sexo aos 8 anos
Com direito a tratamento à base de hormônios, o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e vem causando polêmica. Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade.
As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.
Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual. Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte iniciaram a medicação - implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.
Segundo informações do 'Daily Mail', o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente, os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.
A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais. Lá elas são assistidas por profissionais de saúde mental, endocrinologistas e pediatras especializados.
As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.
Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual. Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte iniciaram a medicação - implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.
Segundo informações do 'Daily Mail', o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente, os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.
A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais. Lá elas são assistidas por profissionais de saúde mental, endocrinologistas e pediatras especializados.
CONVOCATÓRIA PLENÁRIA NACIONAL DA REDE AFRO LGBT
A Rede Nacional de Negras e Negros Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais convoca toda a militância para reunião-plenária a ser realizada em Brasília, em data a ser definida entre os dias 15 e 18 de dezembro de 2011, durante a II Conferência Nacional LGBT.
A proposta de pauta da reunião é interna e divulgada apenas à militância orgânica. Interessados e interessadas em participar devem confirmar a presença através do e-mail redeafrolgbt@gmail.com. As informações sobre a plenária, quando disponíveis, serão divulgadas no blog redeafrolgbt.blogspot.com.
A proposta de pauta da reunião é interna e divulgada apenas à militância orgânica. Interessados e interessadas em participar devem confirmar a presença através do e-mail redeafrolgbt@gmail.com. As informações sobre a plenária, quando disponíveis, serão divulgadas no blog redeafrolgbt.blogspot.com.
Coordenação Nacional
Rede Nacional de Negras e Negros LGBT
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