segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Gibi Novos Titãs da DC Comics terá um super-herói Gay

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Super-Herói Gay Bunker


São poucos e de reduzida expressão os personagens Gays nas histórias em quadrinhos. Mas a DC Comics trabalha para aumentar esse número. A série Novos Titãs vai ganhar um herói Gay. O personagem foi batizado de Bunker, é adolescente, mexicano e tem o poder de "criar pequenos campos de força que parecem tijolos”.

“Queríamos um personagem interessante cuja Homossexualidade fizesse parte dele, não que ficasse escondida. Claro que existem Gays que você nem sabe que são Gays de cara, mas tem outros que são mais extravagantes, e achamos que seria legal ver um deles aparecer nos quadrinhos. A gente exagerou? Acho que não. Quero que você saiba que ele é Gay assim que vir. Novos Titãs tratam em parte de diversidade de TODOS os tipos de jovens reunidos para se ajudar”, escreveu Booth em seu Twitter, respondendo às polêmicas.

O desenhista conta que o personagem sempre foi Homossexual assumido, bem aceito pelos seus pais e cresceu sem as angústias do cerceamento familiar e da sociedade. Ele também afirmou que será um personagem bastante festivo e alegre. A primeira edição com o herói Gay será lançada em 03 de novembro, nos Estados Unidos.

Homens largam armas de fogo e investem na profissão de manicure

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Suely Munekata com três dos cinco manicures homens do salão


Ele trocou as armas de fogo por alicates, espátulas, lixas e vidrinhos de esmalte. Ex-segurança de carro forte, Henrique de Oliveira, 38 anos, virou manicure e se dedica hoje aos alongamentos de unhas em um salão no centro de São Paulo. Assim como ele, vários homens já têm encarado a função numa boa, ganhando a confiança de clientes.

“Trabalhei em carro forte e corria riscos todos os dias. Enfrentei assaltos e trocas de tiro. Sou 100% fazer unhas”.

Foi Suely Munekata, dona do Empório das Unhas, quem deu a chance a Oliveira e aos outros quatro homens que trabalham por lá atualmente, fora os que fizeram curso - o local é conhecido por ministrar aulas e ensinar técnicas de alongamento e decoração de unhas. A profissional conta que trabalhar com homens era um desejo antigo.

“Nos EUA e na Europa é mais comum [homens nesta atividade]. Morei anos no exterior e sempre tive vontade de treiná-los para ver como seria. Eles foram chegando aos poucos. O primeiro era carregador de caminhão. Era grandalhão e esquisito. Aos poucos, tornou-se um excelente profissional”.

Suely ainda diz que os homens têm pontos que contam a favor, como a concentração. “Parece que saem do mundo quando estão trabalhando. Se focam com muito mais facilidade”.

Elias Félix, 23 anos, estava fora do mercado de trabalho. Tudo começou quando virou promoter do Empório das Unhas. Por lá, encantou-se com a ideia de “decorar” as mãos femininas. Sua especialidade são unhas em 3D e alto relevo.
Já Remmy Sorcel, 24 anos, começou a trabalhar como manicure no salão Jacques Janine há três anos. Antes de assumir a função, ele era auxiliar do salão. Foi se interessando pela atividade e, aos poucos, começou a fazer unhas.
Embora se dedique mais ao ofício de dar aulas, Oliveira precisou aprender controlar a própria força e a ter delicadeza.

“Imagine, eu fico duas horas [tempo que leva um alongamento] segurando nas mãos delas. Depois de um tempo, viro psicólogo. Estou dando conselhos sobre maridos. Escuto de tudo, mas guardo para mim”.

Mas nem tudo são flores para estes homens corajosos. Suely, acostumada a treiná-los, gosta de avisar que é preciso ousadia. O preconceito existe e, em certos casos, é pesado.

Oliveira, acostumado à vida de segurança, conta ter sofrido preconceito dos amigos e da família.

“Foi difícil. O pessoal achava estranho. Quando os colegas de escola do meu filho descobriram, por exemplo, bagunçaram muito com ele: 'Teu pai é Gay, faz unhas!', disseram”.

Sarcel diz que enfrentou preconceito apenas uma vez, quando uma cliente se negou a fazer as unhas com ele.

“Ela não sabia que estava agendada comigo, quando viu, foi até à recepção e disse que não faria. Chegou a mandar e-mail ao salão falando que jamais faria as unhas com um homem”.

Suely, pioneira neste ramo, enxerga com otimismo a entrada dos homens neste mercado de trabalho.

“Quando começamos, há alguns anos, o preconceito era muito maior. Tenho recebido cada vez mais homens. Já vieram dentistas, designers e até um senhor de 70 anos, que começou a fazer unhas de Travestis”.

Sorcel concorda com ela: “Pelo que eu vejo, a área está crescendo. Existem outros homens querendo fazer cursos e se interessando”.

sábado, 15 de outubro de 2011

Semana é marcada por ações de Combate à Sífilis em Belém


Em alusão ao dia Nacional de Combate a Sífilis, comemorado no terceiro sábado do mês de outubro, 15 de outubro este ano, por meio de parceria com a Coordenação de DST/AIDS e HV de Belém, estaremos desenvolvendo ações de promoção e prevenção à sífilis. O objetivo é mostrar que a doença tem cura, mas que é preciso investir na prevenção com sexo seguro.
As ações serão desenvolvidas em todas os Centros de Atenção a Livre Orientação Sexual do Grupo Ellos, praças publicas, espaço aonde a presença de jovens e adolescentes assim como nas unidades de saúde do município, entre os dias 18 e 22 de outubro. Entre estas ações estão teste da sífilis e orientações sobre a doença.
A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Ela pode ser transmitida por meio de relações sexuais sem preservativos, transfusão de sangue contaminado e da mãe para o bebê, durante a gestação e o parto – conhecida como sífilis congênita.
A doença ainda é quatro vezes mais freqüente nas gestantes do que a infecção pelo HIV. Estima-se que, a cada ano, 48 mil gestantes estejam infectadas pela doença no País. Desse total, aproximadamente 12 mil crianças adquirem sífilis congênita.

Muitas pessoas acham que não há necessidade do uso de camisinha ao fazer sexo oral, mas não é bem assim que as coisas funcionam, algumas DSTs podem ser transmitidas dessa maneira, principalmente a Sífilis.
 A sífilis tem cura se o tratamento for feito tanto na gestante como em seu parceiro de forma adequada, interrompendo-se assim o ciclo da doença entre os parceiros e evitando a transmissão para o bebê. O exame é um direito da mulher durante o pré-natal e no parto.
O tratamento consiste no uso de penicilina, disponível na rede pública de saúde. Se a doença não for tratada adequadamente durante a gravidez, pode provocar a morte do bebê, ou deixar seqüelas, como má formação óssea, surdez e problemas neurológicos.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DE SANTANA RECEBEM DISPENSADORES ALTERNATIVOS DE PRESERVATIVOS

No dia 5 de outubro a Coordenação Estadual de DST/AIDS do Amapá realizou uma REUNIÃO TÉCNICA COM DIRETORES DE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE (UBS) e PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA DISCUTIREM MEDIDAS PARA AMPLIAÇÃO DO ACESSO AOS INSUMOS DE PREVENÇÃO no município de Santana-AP. Na oportunidade foram entregues 5 (cinco) dispensadores alternativos de preservativos para dar inicio a um teste piloto para verificar a aceitação da comunidade. Durante a oficina, coordenada pelo Enfº. Vencelau Pantoja, os participantes (diretores de unidades e profissionais de saúde) apoiaram plenamente a proposta.

Na reunião foi pactuada a realização de uma oficina com os Agentes de Comunitários de Saúde para a construção dos dispensadores que posteriormente serão entregues para outras Unidades de Saúde do Município de Santana–AP a ser realizada na primeira quinzena de novembro de 2011.


Após a avaliação da utilização dos protótipos alternativos o Estado do Amapá, através da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS) pretende adquirir 500 dispensadores de preservativos em acrílico para serem utilizados em Unidades Básicas de Saúde, Instituições de Ensino Superior integrantes do projeto Saúde e Prevenção nas Universidades (SPU) e Escolas de Ensino Médio envolvidas no Projeto Saúde e Prevenção na Escola (SPE). O lançamento dos dispensadores em acrílico está previsto para ser realizado em 1º de Dezembro como uma das ações de mobilização para o Dia Mundial de Luta contra a AIDS.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Gay de 61 anos é morto a pedradas em Florianópolis!


Um assassinato de cunho homofóbico chocou os moradores do bairro de Capoeiras, em Florianópolis, na madrugada de domingo para segunda-feira (8). Um homem de 61 anos, gay assumdio,foi morto por uma gangue de seis rapazes depois de sair de um baile. O idoso foi assassinado com pedradas. testemunhas contam que mesmo depois de ficar inconsciente, o grupo continuou com a agressão. O vídeo abaixo, da Rede Globo local, mostra detalhes do crime.

Dia de Sair do Armário! Entenda porquê!


Todo dia é dia se se viver como somos, mas 11 de outubro no Brasil passará a ser um dia especial quando o assunto for viver longe da mentira e da omissão no que diz respeito à homossexualidade, à bissexualidade e à identidade de gênero. O Grupo Ellos – Grupo LGBT de Belém em parceria O Estruturação – Grupo LGBT de Brasília, a partir deste ano, passará a comemorar o 11 de outubro, Dia de Sair do Armário.
O objetivo é envolver lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros e heterossexuais na construção de uma realidade em que a diversidade de orientação sexual e a identidade de gênero possam ser vividas de forma livre e respeitosa. Algo que passa, necessariamente, pelo bem-estar individual de se colocar na sociedade como LGBT sendo-se verdadeiramente quem se é. Não acreditamos em um conceito de integridade psicológica, base para uma vida plena como cidadão/ã e ser humano, no qual uma pessoa precise mentir, omitir ou dissimular sua orientação sexual e sua identidade de gênero para poder estar em sociedade.
A iniciativa é feita para trazer ao Brasil o movimento sobre o tema que é feito desde 1988, quando, nos EUA, começou-se a celebrar o National Coming Out Day, em 11 de outubro. A proposta não é determinar um dia para se sair do armário, mas sim levantar o debate sobre a importância de se assumir e se ser publicamente quem se é internamente.

Você pode enviar seus videos ou fotos para ellospara@hotmail.com

Quem diria, “sair do armário” veio da mistura de baile de debutante com esqueletos


A expressão “sair do armário” teve origem no início do século 20 a partir de uma analogia que relaciona a introdução dos homossexuais no universo gay a uma festa de debutante: a comemoração de uma adolescente por se transformar numa mulher e ter sua representação formal na sociedade por alcançar a fase adulta ou estar apta para se casar.
O professor de História da Universidade de Yale, George Chauncey, diz, no seu livro “Nova Yorque gay: gênero, cultura urbana e o mundo do homem gay”, que: “Pessoas gays nos anos anteriores à 1ª Guerra Mundial não falavam de “sair para fora (coming out)” do que nós chamamos atualmente “armário”, mas sair para o que eles chamavam sociedade homossexual ou o mundo gay”. Então a saída era, na verdade, uma entrada na cultura gay, com seus bares, locais de confraternização, boates etc.
Pelo apresentado, usar o termo sair do armário para a época dos anos 20 e 30 é errado. O usual mesmo era apenas o sair, o “ir para fora”, uma expressão que chegou ao meio científico nos anos 50 ainda sem o “armário”.
Ainda de acordo com Chauncey, uma mudança iria ocorrer tempos depois. O foco antes dos anos 50 era a respeito da entrada nesse “novo mundo de esperança e solidariedade”, mas os tumultos em Stonewall implicaram na expansão daquele conceito. Ao “sair” acoplou-se o “de onde” e, aí, veio o armário.
Essa mudança no foco sugere que “sair do armário” é uma metáfora mista, uma evolução de “o esqueleto no armário” especificamente se referindo a viver uma vida de negação e sigilo por ocultar a orientação homossexual ou bissexual. Ter esqueletos no armário é uma expressão que fala de segredos bem profundos, algo muito bem guardado.
Portanto, registre mais essa: a expressão sair do armário veio de um misto de festa de debutante com a movimentação política ocasionada pela Rebelião de Stonewall, feita em 1969 em Nova York e que marcou o ativismo LGBT moderno e deu origem às paradas do orgulho.
Fonte: Wikipedia.org
Tradução: Márcio Barrios (tradutor voluntário do Estruturação)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cine Psiqueer: evento discute sexualidade através de filmes

Na próxima sexta-feira, 14, o Cine Psiqueer apresenta o longa “Não conte a ninguém” (No se lo digas a nadie), a partir das 17h30, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris, Salvador). O evento é gratuito e reúne, todo mês, dois convidados para debater o assunto em pauta e interessados nas discussões sobre sexualidades e gênero, sempre pautadas no eixo central de um filme exibido.

Dessa vez, o mestrando em História pela Universidade Estadual de Feira de Santana, Ricardo Santana, e o jornalista Júlio Sanches é que conduzirão as discussões acerca da dificuldade que muitos encontram em assumir à sociedade uma identidade homossexual, além de a possível rejeição sofrida desde o ambiente familiar. Assumir determinadas identidades sexuais pode significar para o indivíduo um grande custo psíquico, pois há sujeitos que, aos sentirem desejo pelo mesmo sexo, consideram-se anormais, causando sofrimento e angústia”, diz o psicólogo Gilmaro Nogueira, um dos organizadores do Psiqueer.

Especialista em Estudos Culturais e mestrando em Cultura e Sexualidade pela Universidade Federal da Bahia, Gilmaro ainda defende: “É importante discutirmos as implicações políticas e afetivas que o preconceito causa na vida dos sujeitos. É uma oportunidade de debatermos modos de atuação no espaço cotidiano, formas de superarmos o discurso estigmatizado".

CINE PISIQUEER

Iniciado em 2011, o Projeto é desenvolvido com a coordenação do “Psiqueer”, que consiste em um grupo de estudos e debates em psicologia e Teoria Queer. Com foco no público LGBTTIQAS, que abarca identidades de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, intersexuais, queers, assexuados e simpatizantes, busca reduzir o preconceito das identidades não-heterossexuais.

Mais informações:
Gilmaro Nogueira: (71) 88481542

SERVIÇO:
O quê: Cinepsiqueer apresenta filme “Não conte a ninguém” (No se lo digas a nadie)
Quando: dia 14 de outubro, a partir de 17h30
Onde: biblioteca Pública do Estado da Bahia. Rua General Labatut, Barris, Salvador. Sala de Projeção, 3° Andar.
Evento gratuito

Fonte: Divulgação