domingo, 6 de novembro de 2011

Secretarias Estaduais vão criar políticas para combater homofobia

 Secretarias estaduais vão criar políticas para combater homofobia
A partir de 2012, políticas públicas para o enfrentamento à violência contra homossexuais serão construídas pelas secretarias estaduais de Segurança Pública.

As ações fazem parte de um protocolo de intenções que está sendo elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) e pelo Ministério da Justiça (MJ), e será assinado em dezembro durante a Conferência Nacional LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais).

Além da criação de políticas públicas, estão previstas outras ações como o monitoramento das políticas contra a discriminação e a criação de redes de proteção para implementar centros de referência. A ideia é que a criação desse protocolo estimule a cultura de combate à discriminação em função da orientação sexual no país.
De acordo com dados do Disque 100, desde que o módulo LGBT foi criado, em janeiro deste ano, até o dia 30 de setembro, a central recebeu 856 denúncias de violação de direitos da população LGBT, como violência física, discriminação e abuso sexual.
 
Fonte- Bahianoticias.com.br 

Juventude Adé apresenta o espetáculo teatral “E se meus pais soubessem?”


O espetáculo narra a história de um jovem em conflito interno. Ante os sinais incontestáveis de sua orientação homossexual, ele se recusa a aceitá-la ao mesmo tempo em que não consegue imaginar a si próprio em uma farsa.
Angustiado, ele se isola em um mundo cada vez menor e claustrofóbico. Ele está mudo e não consegue gritar por ajuda. Vítima da violência, ele desiste e chega ao fim. Mas será o fim? Ou só o começo? Uma decisão impensada mudará a vida deste jovem e fará descortinar as possibilidades ao seu alcance num diálogo consigo mesmo.
Abordando questões contemporâneas, o espetáculo é dirigido aos pais, professores e alunos e estimula o senso crítico e a compreensão de temas polêmicos, como a homofobia. Unindo realismo e ludicidade, a peça desperta sobretudo o respeito às diferenças.
Na ausência de políticas públicas eficazes para combater o preconceito contra LGBTs, sobremaneira no contexto em que o Governo Federal proíbe a implementação do PROGRAMA ESCOLA SEM HOMOFOBIA, o Instituto Adé Diversidade Bahia, através da JUVENTUDE ADÉ, desenvolve este trabalho com recursos próprios, voltado para um público sensível ao tema, promovendo o debate para além das salas de aula. O espetáculo será apresentado em escolas de todo o Estado.
Fonte: Adé Diversidade

sábado, 5 de novembro de 2011

Transexuais brasileiras ganham as passarelas


A modelo Lea T abriu as portas da profissão de modelo para as trans brasileiras.

Depois que Lea T., a modelo transexual brasileira que conquistou as passarelas internacionais depois de desfilar para a grife francesa Givenchy e posar para a capa de uma revista americana beijando Kate Moss na boca. As transexuais brasileiras descobriram que podem, sim, seguir a profissão de modelo. E, nesse embalo já despontam as beldades Carol Marra e Felipa Tavares.

A modelo transexual Carol Marra mostra garra e talento na passarela

Carol Marra já vem atuando como modelo há um ano, porém, nas passarelas o seu mais recente trabalho foi no Minas Trend Preview, em Belo Horizonte, onde representou várias marcas, ao lado de profissionais renomados.

Para ela, uma vitória. “No Minas Trend, pela primeira vez, uma transgênera. Estou muito feliz. É um espaço que eles estão dando, que tenho que abraçar”, comentou. 

A transexual Felipa Tavares é a mais nova "aposta" para as passarelas 

Felipa Tavares também se inspirou em Lea T e se inscreveu num workshop ministrado pelo empresário Sérgio Mattos, para tentar seguir a carreira de modelo. Durante o workshop Felipa chamou a atenção do Sérgio Mattos, por seu 1,81 metro de altura.

Na festa que celebrou os sete anos da agência de Sergio, no Rio, Felipa foi o alvo preferido de flashes e comentários, ofuscando neobeldades como Michelle Martins, Bruna Loureira e Stephannie Oliveira, filha do jogador Bebeto. “Vou apresentá-la ao (fotógrafo peruano) Mario Testino”, diz Sergio. “Com certeza, ele vai gostar dela. Mas ela vai ter de estudar teatro e secar um pouquinho, pois está precisando de um pouco mais de cintura. E quero fazer fotos dela de menino. A moda agora é ser camaleoa chique. Modelo que posa de homem e mulher ganha dobrado”, disse o empresário.

Para quem não conhece o empresário carioca Sérgio Mattos, foi ele que revelou ao mundo a maioria das supermodelos brasileiras. Isabeli Fontana, Raica Oliveira, Daniella Sarahyba e Fernanda Tavares são algumas das descobertas do empresário. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Base Aérea de Belém promove dia de "Portões Abertos"


A Base Aérea de Belém também promove seu dia de polícia comunitária e de relações públicas, abrindo as portas de seu quartel para que o cidadão paraense conheça suas atividades e seus equipamentos.
No próximo domingo (6), a Base Aérea de Belém promoverá o já tradicional “Portões Abertos”, que este ano contará com a participação especial da Esquadrilha da Fumaça.
A Polícia Militar foi convidada pelo Comando da BABE para participar com uma exposição estática de aeronaves; ocasião em que o Grupamento Aéreo se fará presente.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Jovens HIV e o Mercado de Trabalho



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Parceria com o Senac vai beneficiar cerca de 350 pacientes tratados no hospital estadual com curso gratuito para facilitar o ingresso ao primeiro emprego. 
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Parceria inédita firmada entre o hospital estadual Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, e o Senac, irá capacitar gratuitamente 350 pacientes jovens com HIV para o mercado de trabalho. 

A iniciativa, que conta com o apoio da Agência de Notícias da Aids (www.agenciaaids.com.br), vai beneficiar os adolescentes que realizam tratamento no hospital referência em infectologia e que enfrentam dificuldades para conquistar o primeiro emprego. 

O curso, que tem a duração de um ano, ocorre nas dependências do hospital, com três aulas semanais no período vespertino. Os jovens estão sendo preparados com aulas de empreendedorismo, orientação ambiental, processos organizacionais, informática, atendimento ao público e lições práticas de cidadania com visitas a museus, bienais entre outros roteiros. 

Para o diretor do Instituto Emílio Ribas, o médico infectologista, David Uip, o programa terá um impacto decisivo no futuro dos adolescentes. "O programa irá auxiliar o jovem economicamente, além de motivá-lo para a vida. Vai contribuir principalmente na forma em que ele será inserido na sociedade", enfatiza. 

Nas atividades também estão previstas a elaboração de currículo, como se portar durante uma entrevista de emprego, oratória, além de dinâmicas para auxiliar os participantes no relacionamento interpessoal no âmbito profissional. 

Na maioria dos casos, os jovens são órfãos e não possuem apoio familiar. Contraíram o vírus por transmissão vertical, ou seja, o contágio ocorreu de mãe para filho. Muitos deles são adotados ou vivem em casas de apoio, sendo que todos buscam independência financeira. 

"Estou feliz e acho que esse curso vai me encorajar para conquistar meus objetivos e seguir em frente", explica o jovem Anderson Correia de Oliveira, 20 anos, paciente do Instituto. 

Agência Aids

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Hospital Emílio Ribas recruta voluntários para testar novo remédio contra o HIV


O Hospital Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, abriu recrutamento de pacientes com HIV para avaliar uma nova droga que poderá ajudar aqueles que não estão reagindo ao tratamento atual. 

O processo de seleção dos voluntários para participar desta pesquisa se estenderá até o mês de janeiro de 2012. Poderão participar do estudo pacientes com HIV, maiores de 18 anos, e que apresentam multiplicação do vírus HIV, mesmo com o uso correto dos medicamentos convencionais. 

As vagas são limitadas. Os pacientes interessados devem levar exames recentes e procurar a equipe do hospital, no 2º andar da unidade, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mais informações pode ser obtidas pelos telefones (11) 3896-1285 /3896-1213 / 3085-7059. O Hospital Emílio Ribas fica na Avenida Dr. Arnaldo, 165, Cerqueira César, zona oeste da capital paulista. 

Câmara aprova criminalização de preconceito contra portadores de HIV


O plenário da Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (19) o projeto de lei (PL 6124/05), de autoria da ex-senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que torna crime o preconceito contra portadores do vírus HIV. Para o líder da bancada do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP, na foto), que tem um histórico de luta contra a Aids, a aprovação da proposta representa uma vitória para todos os brasileiros que lutam contra o preconceito e dos portadores de HIV que sofrem com a discriminação.

"O Brasil, mais uma vez, sai na frente no atendimento e no debate sobre a Aids no mundo. O Brasil foi o primeiro país a universalizar o acesso ao coquetel antirretroviral para os pacientes com vírus HIV. E agora, criminaliza a discriminação porque a doença é o preconceito e não a pessoa portadora", afirmou. 

Em 2010, o deputado Paulo Teixeira recebeu o certificado de responsabilidade social emitido pelo Fórum Ong/Aids do estado de São Paulo, de reconhecimento do trabalho de políticos que contribuem ativamente na luta contra a Aids. Em 1996, quando exercia o cargo de deputado estadual, Paulo Teixeira apresentou uma representação ao Ministério Público exigindo que os portadores de AIDS recebessem gratuitamente o "coquetel" de medicamentos, tornando São Paulo o primeiro estado do Brasil a distribui-lo gratuitamente. Pioneira, a ação posteriormente fez com que o direito fosse estendido a todos os brasileiros.

Ainda como deputado estadual, Paulo Teixeira foi autor do projeto de lei que regulamentou o atendimento dos planos de saúde, combatendo abusos contra os portadores de HIV/AIDS e garantindo cobertura a todos os tipos de enfermidade. Já quando secretário de Habitação e Desenvolvimento de São Paulo, Teixeira garantiu uma cota de unidades habitacionais para os portadores de HIV/AIDS.

Texto - O texto aprovado prevê pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa, para as pessoas que discriminarem doentes de Aids. Entre as condutas consideradas discriminatórias constam: negar emprego ou trabalho, segregar no ambiente de trabalho ou escolar, e divulgar a condição do portador do HIV ou de doente de Aids, com intuito de ofender a dignidade. A matéria retorna ao Senado.

Fonte: PT na Câmara