terça-feira, 8 de novembro de 2011

Justin Bieber comemora suas premiações do EMA em Clube gay



Seguindo os passos de algumas divas do mundo musical, como Lady Gaga, Justin Bieber decidiu comemorar seus prêmios do EMA, em um clube gay de Belfast.

No último domingo, 6 de novembro, o cantor pop star, Justin Bieber foi comemorar os prêmios de “Melhor Artista Pop” e “Melhor Artista Masculino” no clube gay Kremlin de Belfast, na Irlanda do Norte.

O cantor foi acompanhado da namorada Selena Gomez, conforme noticiou o tablóide “The Sun”.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Calendário Cabeleireiros Contra a AIDS 2012

Rayssa Campos  |  rayssa@heliodiff.com
Bruna Lizmeyer
Está marcado o lançamento do Calendário Cabeleireiros Contra a AIDS 2012. Hoje, (07) com um coquetel de lançamento, no 3º piso do Shopping Leblon, acontecerá a exposição das fotos que ilustrarão os meses do novo calendário.
O projeto é uma iniciativa totalmente brasileira, com o intuito de passar uma mensagem de prevenção contra a AIDS com um calendário de celebridades. O calendário, como nos outros anos, será vendido pelo valor de R$ 10,00 e terá toda a sua renda revertida para a Sociedade Viva Cazuza.
Fiquem com algumas fotos de making off do calendário!
Bruna Lizmeyer
Produção para o calendário de 2012Wanderley Estrella na produção da atriz
Produção para o calendário de 2012

Tanzânia prefere perder apoio britânico a legalizar a homossexualidade



O Governo da Tanzânia afirmou que não vai legalizar a homossexualidade, mesmo que isso signifique  perder a ajuda financeira substancial da Grã-Bretanha. É a resposta para o primeiro-ministro britânico David Cameron que propôs cortes à ajuda aos países com leis homofóbicas.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Bernard Membe afirmou ao jornal local The Guardian: "A Tanzânia nunca vai aceitar a proposta de Cameron, porque nós temos nossos próprios valores morais. A homossexualidade não é parte da nossa cultura e nós nunca iremos legalizá-la".


Também o presidente de Gana, John Atta Mills, disse que o seu governo nunca irá legalizar a homossexualidade. O governo de Uganda também reagiu fortemente aos comentários de Cameron. O presidente do Zanzibar, uma região autónoma da Tanzânia, também se mostrou contra a proposta britânica defendendo a "forte cultura islâmica e Zanzibar que abomina as atividades gays e lésbicas". No Zanzibar um homem acusado de homossexual pode ser preso pelo período de 25 anos de acordo com uma lei aprovada em 2004.


A Tanzânia, é uma ex-colônia britânica e um dos maiores da África beneficiários da ajuda per capita, recebeu 320 milhões de euros de ajuda para o seu orçamento 2011/12, sendo a Grã-Bretanha o maior fornecedor de apoio orçamentário.


A maioria das leis que criminalizam a homossexualidade nas ex-colônias britânicas foram introduzida originalmente durante o tempo da colonização. Embora tecnicamente seja um crime grave, punível com prisão, na prática não há relatos de aplicação da lei recentemente na Tanzânia.


A homossexualidade é ilegal em 37 países africanos, e grupos de direitos humanos afirmam que os gays são muitas vezes alvo de campanhas de ódio violento nesses países.

100 mil pessoas celebraram a diversidade na Parada Gay de Buenos Aires



Com o tema “Lei de Identidade de Gênero Já!” a 20ª edição da Marcha do Orgulho LGBT de Buenos Aires arrastou uma multidão de 100 mil pessoas pela Avenida de Mayo, neste último dia 5 de novembro.

Os participantes comemoravam a Lei que garante o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, sancionada pela presidente reeleita Cristina Kirchner, mas também pediam a aprovação de uma lei em que as pessoas sejam reconhecidas pelo gênero com o qual se identificam, além do uso do duplo sobrenome para filhos de pais gays ou de mães lésbicas, em uniões oficializadas antes da lei do casamento civil, já que o direito só é garantido a casais que se formaram após a aprovação da lei.

A concentração foi realizada na plaza de Mayo, em frente a sede da Presidência Argentina.

domingo, 6 de novembro de 2011

Inscrições para o Afro XXI estão abertas pela internet



Estão abertas as inscrições para o Encontro Ibero-americano do Ano Internacional dos Afrodescendentes (Afro XXI), que acontece em Salvador, entre os dias 16 e 19 de novembro, no Centro de Convenções da Bahia. Na ocasião, líderes da sociedade civil, de governos e parlamentares de países ibero-americanos e africanos vão se reunir para refletir sobre a realidade da população negra nos países participantes e propor novas ações que assegurem os direitos dos povos afetados pelo racismo.

O Afro XXI também faz parte da comemoração dos dez anos da Conferência Mundial das Nações Unidas contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, que ocorreu em Durban, na África do Sul. A partir desse evento, as políticas públicas nessa área ganharam impulso em vários países participantes, inclusive no Brasil, onde foi criada em 2003 a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), com uma série de ações efetivas. A reunião em Salvador vai celebrar as contribuições dos descendentes de africanos para a América Latina e o Caribe.

A ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, ressaltou que esse é o momento de avaliar os documentos que foram produzidos em Durban e fazer um balanço dos avanços obtidos, recomendando novas estratégias para a superação do racismo e da discriminação racial. "Esperamos que as conclusões obtidas em Durban sejam refletidas no documento que será produzido pela sociedade civil e os chefes de Estado", disse a ministra, referindo-se à Carta de Salvador, que será produzida durante o evento.

O encontro é uma parceria da Secretaria Geral Ibero-americana (Segib) com o governo brasileiro, através da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Também fazem parte o Governo do Estado da Bahia, representado pelas secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), de Cultura (Secult), e de Relações Internacionais (Serinter), além da Organização das Nações Unidas (ONU), da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid), e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Carta de Salvador
Durante o evento será produzida a Carta de Salvador, declaração que apontará às regiões participantes, uma agenda comum para os próximos anos capaz de assegurar a inclusão plena de dezenas de milhões de cidadãos e cidadãs afrodescendentes. O documento resultará do debate entre os chefes de Estado presentes com as contribuições do fórum das entidades da sociedade civil e das plenárias ocorridas durante toda a programação. São aguardados 12 chefes de Estado, dentre eles a presidenta Dilma Rousseff, além de representantes dos demais países participantes.

Para o secretário de Promoção da Igualdade Racial da Bahia e anfitrião do evento, Elias Sampaio, "existe a expectativa, a ser discutida e confirmada durante o encontro, de escolher Salvador como a capital afrodescendente ibero-americana. Isso seria muito justo não só por sermos a cidade com maior população de origem negra fora da África, mas principalmente pelo fato de que nos reconhecemos como afrodescendentes do ponto de vista cultural", avaliou.

Durante os quatro dias de debates, a capital baiana será tomada também por uma ampla programação cultural. Além de artistas da terra, convidados de outros países se apresentarão nos palcos no Pelourinho, área localizada no Centro Histórico da cidade e com forte marca da cultura afrodescendente. A programação está sendo montada pela Secult com as contribuições dos países participantes do Afro XXI.  
 
Inscrições podem ser feitas até 13/11 no endereço eletrônico www.funag.gov.br/afro21

Fonte: Assessoria de Imprensa Afro XXI

Secretarias Estaduais vão criar políticas para combater homofobia

 Secretarias estaduais vão criar políticas para combater homofobia
A partir de 2012, políticas públicas para o enfrentamento à violência contra homossexuais serão construídas pelas secretarias estaduais de Segurança Pública.

As ações fazem parte de um protocolo de intenções que está sendo elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) e pelo Ministério da Justiça (MJ), e será assinado em dezembro durante a Conferência Nacional LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais).

Além da criação de políticas públicas, estão previstas outras ações como o monitoramento das políticas contra a discriminação e a criação de redes de proteção para implementar centros de referência. A ideia é que a criação desse protocolo estimule a cultura de combate à discriminação em função da orientação sexual no país.
De acordo com dados do Disque 100, desde que o módulo LGBT foi criado, em janeiro deste ano, até o dia 30 de setembro, a central recebeu 856 denúncias de violação de direitos da população LGBT, como violência física, discriminação e abuso sexual.
 
Fonte- Bahianoticias.com.br 

Juventude Adé apresenta o espetáculo teatral “E se meus pais soubessem?”


O espetáculo narra a história de um jovem em conflito interno. Ante os sinais incontestáveis de sua orientação homossexual, ele se recusa a aceitá-la ao mesmo tempo em que não consegue imaginar a si próprio em uma farsa.
Angustiado, ele se isola em um mundo cada vez menor e claustrofóbico. Ele está mudo e não consegue gritar por ajuda. Vítima da violência, ele desiste e chega ao fim. Mas será o fim? Ou só o começo? Uma decisão impensada mudará a vida deste jovem e fará descortinar as possibilidades ao seu alcance num diálogo consigo mesmo.
Abordando questões contemporâneas, o espetáculo é dirigido aos pais, professores e alunos e estimula o senso crítico e a compreensão de temas polêmicos, como a homofobia. Unindo realismo e ludicidade, a peça desperta sobretudo o respeito às diferenças.
Na ausência de políticas públicas eficazes para combater o preconceito contra LGBTs, sobremaneira no contexto em que o Governo Federal proíbe a implementação do PROGRAMA ESCOLA SEM HOMOFOBIA, o Instituto Adé Diversidade Bahia, através da JUVENTUDE ADÉ, desenvolve este trabalho com recursos próprios, voltado para um público sensível ao tema, promovendo o debate para além das salas de aula. O espetáculo será apresentado em escolas de todo o Estado.
Fonte: Adé Diversidade