terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"Gays tinham que ter mais consciência", diz Ney Matogrosso

Convidado deste domingo (15) do programa "Marília Gabriela Entrevista", do GNT, o cantor Ney Matogrosso, que é homossexual assumido, defendeu que os gays precisam ter "mais consciência".
"Eu acho que os gays no Brasil tinham que ter um pouquinho mais de consciência do seu significado como grupo e não ficar subindo em caminhões nas paradas gays e ficar se beijando. Quatro milhões se juntando podem eleger o presidente da República", afirmou.

Marcos Hermes/Divulgação
Ney Matogrosso no show 'Beijo Bandido
Ney Matogrosso no show 'Beijo Bandido'
No programa, o cantor falou ainda sobre sua relação conturbada com o pai. "Eu vi que ele não era culpado, ele apenas reproduzia o que aprendeu. Meu pai foi a pessoa que me negou o tempo todo. O fato de ele ter me aceitado, me amoleceu".
Ele contou ainda que seu sonho era ser pintor, mas seu pai não deixou. "Meu pai vetou, pois não queria um filho artista", disse.
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1032621-gays-tinham-que-ter-mais-consciencia-diz-ney-matogrosso.shtml 

domingo, 8 de janeiro de 2012

Sucesso como Crô, Marcelo Serrado é contra beijo gay em novela


O ator Marcelo Serrado, o Crô da novela 'Fina Estampa', faz a barba antes das gravações da novela (Foto: Leticia Moreira)O ator Marcelo Serrado, o Crô da novela 'Fina Estampa', faz a barba antes das gravações da novela
(Foto: Leticia Moreira)
O ator Marcelo Serrado, sucesso em "Fina Estampa" como o personagem Crô, diz ser contra beijo gay em novela.

"Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30." Diz, no entanto, que é a favor da união estável entre pessoas do mesmo sexo. "Isso é fundamental. Acho um absurdo quando vejo cenas de homofobia."

A informação é da coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha deste domingo.

Para Serrado, o sucesso do personagem se deve muito ao fato de não levantar bandeiras --característica que o ator, como telespectador, acha "chato" de assistir nas tramas. "Ele é um gay solar. É um folhetim", diz.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Homenagem a Oxossi, Centro de Promoção e Visibilidade Afro religiosa ELLOS

NO DIA 20 DE JANEIRO DE 2012 ACONTECERÁ A PROGRAMAÇÃO DE HOMENAGENS A SÃO SEBASTIÃO E OXÓSSI NA SEARA DE UMBANDA CABOCLO FLEXEIRO E CABOCLA BAROANINHA A HOMENAGEM SEGUE UM DIA COM PROGRAMAÇÕES VOLTADAS A CULTURA AFRO RELIGIOSA.




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Saúde amplia faixa etária para vacinação de Hepatite B

A partir deste ano, pessoas com até 29 anos poderão se vacinar contra essa doença que em 70% dos casos não apresenta os sintomas, mas pode se tornar crônica  

O Ministério da Saúde amplia a partir desse ano a faixa etária para vacinação contra a hepatite B. No ano passado, a idade limite para vacinação passou de 19 para 24 anos. Em 2012, o público-alvo será ampliado para pessoas de até 29 anos. A medida vale a partir deste mês. Para isso, em 2011, o Ministério da Saúde ampliou em 163% o quantitativo de vacinas compradas para a hepatite B – 83,2 milhões.
O SUS oferece a vacina para hepatite B para grupos mais vulneráveis, independentes de faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares e rodoviários, doadores de sangue e coletores de lixo domiciliar e hospitalar. A utilização da vacina previne hepatite B, possibilitando eliminá-la como problema de saúde pública.
Em 2009, foram confirmados 14.601 casos da doença, totalizando 94.044 casos acumulados entre 1999 e 2009.  De acordo com critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), a frequência de casos encontrados da hepatite B pode ser considerada baixa no Brasil.
Segundo o Inquérito Nacional de Hepatites Virais, finalizado em 2010,  os dados mostram que, no conjunto das capitais brasileiras e no Distrito Federal, o percentual da população entre 20 a 69 anos que tem ou já teve hepatite (prevalência) foi de 0,6 % para o vírus B. Mais de 26 mil pessoas participaram da pesquisa – 6.468 fizeram teste para hepatite A e 19.634 realizaram exames para detectar os vírus B e C. Como a população residente no conjunto das capitais representa 23,8% da população total do país – mais de 45 milhões de habitantes - o estudo é um retrato aproximado da prevalência das hepatites virais no Brasil. A estimativa de prevalência a partir do estudo para a população brasileira geral é de 800 mil pelo vírus B.
A Hepatite B é uma infecção do fígado que nem sempre apresenta sintomas e pode tornar-se crônica. Cerca de 70% dos adultos expostos ao vírus da hepatite B não apresentam sintomas. Somente 30% apresentam os sintomas da forma aguda. Dos adultos infectados cerca de 5% a 10% terão hepatite B crônica, daí a importância da extensão da faixa etária dessa vacina no SUS. A transmissão pode ocorrer pela relação sexual desprotegida, pelo compartilhamento de objetos contaminados como: lâminas de barbear e de depilar, escovas de dente, alicates de unha, materiais para colocação de piercing e tatuagens, instrumentos para uso de drogas, acidentes com exposição a material biológico e procedimentos cirúrgicos, odontológicos e de hemodiálise, em que não se aplicam as normas adequadas de biossegurança. 

Mais informações
Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 3306 7051/7010
Cel: (61) 9221-2546
Site: www.aids.gov.br 
E-mail: imprensa@aids.gov.br

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Formação da Secretaria Estadual LGBT do Pará pertecente ao PSB Partido Socialista do Brasil










A Secretaria Estadual LGBT foi  criada, fundada e Consolidada no Partido Socialista do Brasil afim de formentar o debate nas politicas publicas de acesso aos serviços publicos pelos LGBTs do estado do Pará, com determinação, conhecimento da realidade e dos problemas que acercam nossa comunidade conseguiremos bons resultados e contribuir para melhoria da qualidade de vida e da promoção da cidadania dos nossos LGBTs.

Contato:
Aldenilson SilvaGestor em Recursos Humanos - Secretário Geral LGBT Pará - PSB Militante do Movimentos de Afro Religiosidade do Pará. Elaborador de Projetos voltados a culturas tradicionais de Terreiros. Partido Socialista Brasileiro 091 - 83196818 – 
aldenilsonsilva@yahoo.com.br - palgbtsocialista@hotmail.com

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sanções para igrejas que divulgam a cura da homossexualidade

"Dilma desconhece a demanda LGBT", disse Jean Wyllys

Em entrevista ao UOL e à Folha, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) criticou duramente as atitudes da presidente Dilma Rousseff para com o segmento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Conforme Wyllys, Dilma ficou “abaixo das expectativas” em seu 1º ano de mandato. “Ela disse que o governo dela seria pautado pela defesa intransigente dos direitos humanos. Não vi nesse primeiro ano”, disse Jean.

Para o deputado, Dilma “revelou um profundo desconhecimento da demanda histórica do movimento LGBT ao cancelar o projeto Escola sem Homofobia, que ficou conhecido pejorativamente como “kit gay”, dizendo que o governo não serviria à propaganda de opção sexual nenhuma”.

Ainda na entrevista o deputado Jean afirmou ser a favor de sanções para igrejas que divulgam na TV ou rádio programas de “recuperação” ou “cura” para homossexuais. “Homossexualidade não é doença. E afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, disse.

O deputado afirmou que os religiosos "são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado". O problema seria o uso de concessões públicas para "demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual".

"Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças nesse país... Vai ser bem aceito?", indagou Wyllys.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Deputado diz que o povo deve se opor ao conservadorismo cristão



O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) disse em um pronunciamento que somente a “pressão das ruas que pode reverter o crescente conservadorismo no Parlamento e no Executivo”, se referindo ao crescimento das bancadas religiosas nas decisões da Câmara e do Senado.

Em apoio à PLC 122 o deputado afirmou que “a força da unidade do movimento (LGBT) precisa ganhar as ruas do Brasil para dialogar com cada trabalhador, dona de casa, estudante, cristãos e outros religiosos, a fim de mostrar a importância da aprovação [do projeto de lei]”. O deputado disse também que os movimentos LGBT ficaram confusos e divididos ao longo do processo para aprovação da PLC.

Segundo o UOL o deputado criticou as mudanças realizadas na PLC pela senadora Marta Suplicy afirmando que “a retirada de pontos centrais para amainar a oposição de setores fundamentalistas ao projeto se mostrou improdutiva”.

Alencar disse também que “os conservadores anunciaram na própria reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado que não há homofobia no Brasil e insinuaram que o ódio contra homossexuais seria legítimo, por se tratar, segundo eles, de uma opção pelo pecado”. O deputado continuou seu discurso afirmando que “com argumentos de que a lei de Deus não se muda, um setor fundamentalista das igrejas evangélicas se esquece que o Estado Laico é a única garantia, não só de liberdade aos LGBTs, mas às próprias religiões minoritárias, como as confissões evangélicas” e completou dizendo que “quem lê os Evangelhos sabe que Jesus Cristo jamais discriminou os diferentes de sua época”.

Chico Alencar encerrou seu discurso na tribuna criticando o governo do PT. Segundo ele “a despeito do compromisso histórico do PT com a emancipação LGBT, o Governo Lula/Dilma, com sua imensa maioria no Congresso, não tem a diversidade sexual como uma das suas prioridades.”

Agência LGBT